Aprendo e desaprendo do mundo.
Tantas coisas, tantas sílabas,
tantas letras.
O que vem lá dos longes,
que ecoa de não sei onde?
Burlando cada palavra,
somando-se a cada borrão,
apagando cada saudade,
caindo ao chão.
Letras mortas, letras sem vida.
Iguais às folhas do outono.
Caem sem sobrevida.
São apenas restos de sonhos.
(Direitos autorais reservados).
Imagem: Super beautiful photos (fb)

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